Resenha dupla: O Céu está em todo lugar + Iracema

Olá cidadãos de bem :D Hoje o post é rápido, ou ao menos espero que seja. Esses dias foram, como eu disse no post anterior, aquela correria louca com cosplay: arrumar arma, arrumar peruca, arrumar detalhes das roupas e blá blá. Amanhã (sim, pois pra mim que ainda não fui dormir, embora passe da meia-noite, ainda é quarta u_u) viajo pro Rio com meu pai e de lá pegamos a caravana pro Anime Friends na sexta à noite, MAL VEJO A HORAAAAAAAAA *morre*
Porém, é lógico que eu não iria viajar sem deixar um post aqui. E nossa, há quanto tempo não posto resenhas aqui :< Essas duas (que não são resenhas na verdade, hoje pela rapidez e pra sair da mesmice vou fazer aquele esquema de motivos pra ler) são dos dois últimos livros que faltavam. Atualmente estou lendo O Espião que ganhei na promo da Danni, e embora esteja amando, tive que deixar um pouco de lado esses dias por causa da correria com a viagem. Mas assim que voltar, retomo ele :}
E quem for o primeiro (a) a comentar, peço de novo que comente no formulário de cima, o Blogger tem essas doideiras e não estou conseguindo tirar de jeito nenhum. :[

O céu está em todo lugar 

Autora: Jandy Nelson
Editora: Novo Conceito
Páginas: 423
Nota: ★★★★★ - Muito bom!
Este é um livro de estreia vibrante, profundamente romântico e imperdível. Lennie Walker, de dezessete anos de idade, gasta seu tempo de forma segura e feliz às sombras de sua irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre abruptamente, Lennie é catapultada para o centro do palco de sua própria vida - e, apesar de sua inexistente história com os meninos, inesperadamente se encontra lutando para equilibrar dois. Toby era o namorado de Bailey, cujos sentimentos de tristeza Lennie também sente. Joe é o garoto novo da cidade, com um sorriso quase mágico. Um garoto a tira da tristeza, o outro se consola com ela. Mas os dois não podem colidir sem que o mundo de Lennie exploda...


Lembro que a primeira vez que ouvi falar desse livro foi numa vídeo-resenha que a Danni fez. Ela disse que era muito emocionante, que chorou várias vezes e tudo mais. Como eu gosto de livros que me fazem chorar, já que modéstia à parte pra livros sou dura na queda então pra me fazer chorar tem que ser MUITO bom, decidi escolher ele como o livro de brinde quando a Novo Conceito lançou aquela promoção maravilhosa onde você comprava um livro da editora e escolhia outro de grátssssss. Não me decepcionei mesmo, porque:
1 - Aqui fica difícil julgar um livro pela capa, porque apesar de bonitinha é simples. Mas o miolo do livro, a diagramação, o cheiro do papel, é tudo MARAVILHOSO *O* Não sei se incomoda a vocês, mas incomoda a mim que a maioria dos livros da Novo Conceito sejam daquele papel que parece jornal, sei lá. Ele além de não ser muito cheiroso, não é gostoso de pegar, a única qualidade é que deixa o livro bem mais leve. Pois bem, o livro é lindo e cheiroso <3 Tem vários poemas que a Lennie escreve pra irmã ocupando páginas inteiras, como se fosse uma folha amassada, uma tablatura riscada, algo escrito na parte de dentro do armário ou num copo de papel, e assim vai. Vejam exemplos que peguei da net aqui, aqui e aqui. Isso te deixa curiosa, pois você fica querendo ler rápido pra encontrar a próxima página assim. Além de a cor das letras ser azul marinho, que deixa o texto "mais bonito", e a abertura de cada capítulo ocupar uma página inteira. 
2 - A história é linda. Comum como qualquer outra, uma menina que idolatrava a irmã e vivia à sombra dela, de repente perde sua companhia e não sabe como seguir a vida. Não são os draminhas de fulaninha que descobre que seu namorado é um vampiro, ou que ela tem poderes especiais. Nunca li um livro YA com um drama tão corriqueiro e tão intenso, aliás. Parece que a autora perdeu a própria irmã, pois tudo que ela descreve é muito realista. Cresci sem irmãos, só estou sabendo como é ter um agora, depois dos 20, então ainda não tenho noção desse sentimento direito, mas mesmo assim, senti como se tivesse, e várias vezes me peguei imaginando como isso deve ser ruim, tanto quanto perder um membro do seu corpo ou sei lá. Várias vezes ele me fez chorar pelo desespero da Lennie, que te dá a impressão de que nunca vai passar. E imagino que a dor de perder uma irmã assim do nada, nova, tão cedo, seja pior do que perder um parente já idoso ou já doente há muito tempo, pois é algo inesperado, com uma pessoa inesperada. No meio de tanto YA bobo, distopia e sobrenatural, cuja maioria já me cansou, um banho de realidade é sempre bem vindo. Prepara o lenço!
3 - Apesar de tudo, o modo com Jandy Nelson escreve, em algumas horas duro e intenso, costuma ser em outras irônico e engraçado, já que acompanha os pensamentos de Lennie. Apesar de ela ser uma tapada que me fez raiva algumas vezes, a personalidade dela no geral é cativante, e fica ainda mais por ela ser rápida no gatilho e ter alguns pensamentos e frases ótimos. Isso deixa a leitura leve e realista, pois mesmo na pior situação, conseguimos rir de alguma coisa, e os períodos de luto e "vou tentar seguir a vida" dela se alteram, pois é assim quando se perde alguém importante: algumas vezes seguimos adiante, outras fraquejamos.
4 - Os mocinhos da história: Joe Fontaine e Toby. Joe é um músico de cachos castanhos criado na França durante alguns anos, cheio de charme, sorrisos em modo repeat e coisas pra contar. Em algumas vezes achei ele chatinho, mas no geral até que é um bom personagem. A escolha parece óbvia, porém Lennie não se decide de uma vez pois há Toby, o cowboy com cabelos loiros espetaculares e que anda de skate, namorado de sua falecida irmã. Ele entende a perda dela como ninguém, e aí fica difícil ignorar alguém que sabe que sua tristeza e sua mágoa não são em vão. E aí, comofas?
O ponto negativo: o material da capa. Cuidado ao manusear o livro. Eu sou dessas que carrega pra todo lado pra poder ler, porém tenho o maior cuidado com eles. Mas esse não teve jeito, a capa em si é bem durinha, mas o papel que cobre ela me pareceu fino, e por ter uma textura áspera intencional, ficou raspando em tudo que é lugar e ao final da leitura todas as quinas estavam brancas, onde o papel se desgastou. Masss, acho que é um preço ínfimo a se pagar por uma leitura ótima, que te prende totalmente e vai ficar na sua cabeça por um longo tempo. 

Iracema

Autor: José de Alencar
Editora: DCL - Difusão Cultural do Livro
Páginas: 80
Nota: ★★★★★ - Muito bom!

Epopeia indianista, Iracema conta o encontro da índia Iracema com o português Martin. Ela é uma bela virgem consagrada a Tupã. No entanto, a paixão entre eles muda o destino de ambos. As figuras pintadas nos romances indianistas de Alencar são do branco corrompido pelo mundo civilizado, e do índio lendário e puro, caracterizado pela valentia e ingenuidade do bom selvagem.



Comprei esse livro (na verdade a capa é esta, mas coloquei a outra por ser mais bonita) por 10 reais num supermercado em uma viagem que fizemos aqui perto. Aliás, quem dera que os supermercados dessa droga de cidade onde moro vendessem livros viu ¬¬ Aqui só se vendem revistas e olhe lá. Tem um café também, mas gosto de ir lá mais pra comprar revistas, mangás (quando tem algum que presta) e comer, pois os livros são os olhos da cara, poucas vezes comprei lá. Enfim, ISSO NÃO VEM AO CASO, PALMAS PRA MIM. A questão aqui é que tenho uma queda por clássicos. Não por serem clássicos e pra oh, tirar onda com isso, "adoro literatura clássica", como muita gente besta faz. Tenho queda por clássicos BONS, pois aposto que tem muita porcaria que vive sendo elogiada por ser ~clássica~. E também é um misto de curiosidade muito grande, fico querendo ler pra saber por que diabos o livro é considerado clássico. Com sorte, todos os que li agora me agradaram. E Iracema não agradou, simplesmente me encantou. Pois:
1 - Essa edição veio explicando o contexto literário onde Iracema foi escrito. Resumidamente, no séc. XIX, José de Alencar era alvo de críticas por parte de autores portugueses nojentinhos que reclamavam de ele escrever não na forma culta da língua portuguesa de Portugal, mas sim, num português "abrasileirado", por meio de neologismos injustificáveis e insubordinações gramaticais. Alencar respondeu elaborando uma teoria da língua portuguesa, mas ele próprio deu uma de crítico, e foi aí que a polêmica maior começou, quando um outro autor famoso, Gonçalves Magalhães, regressa da Europa com um poema, chamado Confederação dos Tamoios. Alencar começa a criticar duramente a obra, afirmando, em resumo, que o autor não conseguia tratar o indígena de modo poético, pois não tinha conseguido se desfazer do modo de ver e sentir do homem branco, civilizado, pra poder retratar os "selvagens" em poema. Daí deu aloka e escreveu O Guarani, pra mostrar como deveria ser feita uma epopéia indigenista em romance, e que conferisse realidade e verossimilhança à linguagem dos índios. O Guarani foi sucesso em todo o país, porém Iracema, de 1856 é que foi considerado o melhor romance indianista do autor, e o melhor exemplo da prosa poética entre os romances brasileiros. Ou seja, não foi escrito do nada, e você sente mesmo uma atenção aos detalhes quando é algum personagem indígena falando, uma sensibilidade que o personagem do homem branco não tem.
2 - De novo o segundo item vai pra história, hehe. Mas ela é mesmo linda. É bem clichê na verdade, essa coisa de amor proibido. Mas o legal é o rumo que ele toma. E o amor de Iracema e Martim é tão puro, tão lindo e tão "oh *chora*", que apesar do livro ser curtinho, curtinho, a história te pega totalmente. E fica na cabeça muito tempo depois de você acabar de ler, pois além de linda, é triste e te faz chorar também D: Pqp, hoje o post foi especial de livros tensos hein hauha. Mas então, não vou spoilar o motivo de ela ser triste, vocês vão ter que ler! u_u
3 - A linguagem. É meio difícil no começo, vez ou outra você tem que pegar um dicionário até acostumar, e é cheio de expressões indígenas, tem que ficar consultando as notas explicativas que o autor deixou toda hora, mas até isso é interessante, pra entender a etimologia dessas palavras e tudo mais. Mas gente, esse livro é poesia pura, é de encher os olhos! ;o; Detesto poesias rimadinhas e tudo mais (talvez por isso meu poeta preferido seja o Manuel Bandeira). Porém estas, além de não rimarem, fazem lindas perífrases, metáforas e comparações com base nos elementos da natureza brasileira. É simplesmente lindo, inspirador, lindo, lindo e lindo, já disse lindo? Acho que falta palavra melhor. Sei lá, magnífico, exuberante, estonteante, whatafuckcomoeleescreveuisso e por aí vai.
O ponto negativo: em alguns momentos finais do livro, a impressão que me deu é de que sei lá, o certo era ir o homem branco e colonizar a terra, forçar os nativos a uma religião estranha a eles e essas maluquices fundamentalistas de colonizadores metidos. Lógico que falando isso eu exagerei, pois primeiro analisemos a época em que foi escrita: o pensamento predominante de quem escrevia romances indianistas era este. E foram só poucas menções a isso, mas sou defensora do pessoal roots e meu esquema é: deixa o pessoal lá, vai colonizar porra nenhuma não, desgraçado! Mané dominar território, impôr religião que você acha ser a certa, escravizar e massacrar todo mundo, DEIXA OS CELTAS, OS ÍNDIOS DA AMÉRICA DO NORTE, DA AMÉRICA CENTRAL E DO SUL EM PAAAAAAAAAAAZ CARAMBA! [/desabafo]
Ignorem os ataques dessa louca Apesar desse pouquinho que me incomodou, vale totalmente a pena a leitura. Se você está realmente curioso, digo que não vai se arrepender. E se sua intenção é só falar que leu um clássico da literatura brasileira, te dou duas opções: a) pegue resumo no Google e finja que sabe; b) leia mesmo o livro, e você não se referirá a ele como só mais um clássico, mas como aquele livro que a gente lê e fica guardadinho na estante e no coração <3 fui breha agora ok.


Agora uma coisa que me deixou com ódio e acabou com a minha noite (e teria acabado com o dia se eu tivesse visto antes). Sorte só ter visto agora, depois que escrevi o post, senão até ele ia sair prejudicado. Na Irlanda do Norte, um cachorro (este) foi morto ontem por SE PARECER com um pitbull. Ficou mais de 2 anos preso, provavelmente sendo maltratado, sem visita nenhuma dos familiares. Apesar dos milhares de pedidos do mundo todo, manifestações públicas, por e-mail (eu mesma mandei 27, pra todos os e-mails que achei que podiam ter algum contato com isso), Lennox foi morto. Nunca foi um cachorro agressivo ou violento, nunca aconteceu nada antes ou depois da prisão que pudesse justificar esse ato. Mesmo assim, ele foi MORTO, por se PARECER com um pitbull, sendo que simplesmente ele é de outra raça. Qual é a mentalidade, como explicar o raciocínio de pessoas que se acham no direito de matar outros animais, com uma família, com donos que ansiavam pela liberação dele, POR SE PARECER COM OUTRA RAÇA?
 Que diabos de justificativa nazista com animais é essa? Qual a merda eles têm na cabeça pra além de tudo não enxergar que pitbull é uma raça COMO QUALQUER OUTRA? Eu tive a alegria de conviver com uma, minha Serena, por mais de 6 anos, e digo que ela simplesmente foi a melhor cachorra que tivemos lá em casa. Nunca houve nenhum incidente de violência dela, nenhum. Essa raça humana maldita (sim, pois há muitas pessoas boas, mas tantas tão ruins que estou acreditando que a tendência é ser um bosta e ser bom é exceção) cria o cachorro com violência, frieza, carinho e cuidado nenhum, e se o cachorro age violentamente, pois foi ensinado e espancado a vida toda pra isso, a culpa então é do cão, e não do dono desgraçado que ensinou isso a ele, e o condicionou a agir somente dessa forma, sem conhecer uma vez na vida o que é ser amado e tratado com carinho? Quantas vezes mais os animais, principalmente os cães com porte físico mais avantajado, seja pitbull ou não, rotweiller, dobermann, e por aí vai, vão ter que pagar por outra torpeza da nossa parte? Aqui tem a página The Lennox Army, pra quem quiser saber mais sobre o caso, que 
infelizmente teve o fim que teve.
E vendo ela, descobri mais outra: querem sacrificar um pitbull aqui no Brasil, em Itajaí, Santa Catarina, por suposto comportamento violento. Mas é lógico, eles começaram a adestrar o animal de maneira totalmente errada, queriam o quê? Por que não tentam levar esses animais supostamente violentos pra um adestrador bom e confiável, ao invés de sair matando? Ah, mas lógico, a vida humana, seja qual for, é sempre MUITO mais preciosa, quem vai querer sair gastando dinheiro com adestrador quando é muito mais fácil matar o animal? Ao invés de investigar se o dono tem culpa (e obviamente tem) e dar um jeito é nele, nem que fosse com multa, o certo é matar o animal, que está como está porque foi condicionado àquilo, não por culpa dele. Mais uma vez a ignorância humana se acha superior a tudo e a todos (e afirmo convicta que isso tem origens religiosas). É uma decepção sem tamanho, e vontade de esganar todo mundo que corrobora pra que isso ocorra, no mundo todo. Não dá pra ignorar, simplesmente não dá. As pessoas afirmam que a humanidade está indo pro rumo certo, que ela tem futuro, mas eu só vejo piorar. Torço mais pra que a humanidade seja extinta do que pro mundo acabar. Deixa o mundo aí, ele sabe se virar sozinho. Quem tem atrapalhado somos nós. E pensar que nem sempre foi assim. Um dia o homem já respeitou a natureza e viveu em harmonia com ela, mas qual o interesse dele nisso, agora? Tô triste demais, gente. Mas se eu ficar assim a cada animal morto injustamente, vou morrer de depressão. Quantos estão sendo mortos nesse minuto sem que a gente possa (ou não queira) fazer nada? É simplesmente triste, não tenho outra palavra. 




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4 comentários:

  1. Oi Jun lindaaa!
    Primeiramente fico feliz em saber que você esteja gostando de "O Espião" . E awwwn, você lembra da meu vídeo-resenha de "O céu está em todo lugar"??? Aaah faz tanto tempo. Ahaaah, como é bom saber que vc gostou tanto quando eu te "OCEETL" ♥
    Eu nunca li "Iracema", nem na escola (quando muitas pessoas tem que ler e tals), mas agora você me despertou uma curiosidade até...
    Jun, é mesmo revoltante o descaso que as pessoas tem com os animais... Não sabia dessa noticia mas é mesmo decepcionante ): Até quando isso vai continuar??
    Bjs :*

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  2. Eu fiquei totalmente afim de ler o primeiro livro. çwç Quanto a Iracema, eu acho extremamente cansativo pra ler, mas é a história mais linda dos livros do Fuvest! :x Ok que eu não conto, porque eu adoro o Alencar, mas, ningém precisa saber.

    Quanto aos animais, eu reconheço que a raça pitbull é, sim, perigosa - não porque eles sejam violentos por natureza e etc, porque também não sou muito dessa crença, mas sim porque ele é um cão forte e uma brincadeira pode acabar dando merda. :0 Mas é claro, é óbvio que existem muitas outras saídas, em vez de sair matando-os por aí - pra começo de conversa, a raça pitbull foi CRIADA pelo homem através de vários cruzamentos, ou seja: o homem fez a merda e depois quer sair erradicandos seus erros. Pura vergonha.
    Infelizmente, a nossa sociedade é doente, e essa paranoia doentia dela faz com que queira erradicar todas as coisas "assstadoras". Eu mesma fiz um trabalho pra antropologia no fim desse semestre e fiquei CHOCADA com a frieza que o ser humano tem com ele mesmo, imagine só com animais. O ser humano é podre, a sociedade é podre e a única coisa que a gente pode fazer é a nossa parte, porque, esperar alguma mudança da parte deles... tá foda. --

    Beijocas Jun! :*



    P.S.: Segui seu conselho - enfim - e fiz reformas no blog! <3

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  3. Oi Jun,
    Adorei a resenha dupla ;)
    Vi que você gosta de anime e tem um post sobre um evento lá no meu blog ;)
    Espero que você goste! Tem promoção no facebook também ;)

    Beijinhos
    Renata
    http://escutaessa.blogspot.com.br
    http://www.facebook.com/BlogEscutaEssa
    @blogescutaessa

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  4. Ai, guria! O céu está em todo lugar é INCRÌVEL, eu amei <3

    Beijo grande :*

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