Resenha: Menina de Vinte

Lara Lington sempre de imaginação fértil, começa a se perguntar se está ficando maluca de vez quando o espírito da tia-avó Sadie, que foi uma jovem dos anos 1920 com ideias avançadas sobre moda e amor, aparecer misteriosamente com um último pedido: Lara precisa localizar um colar que foi dela por mais de 75 anos. Só assim tia Sadie poderá descansar em paz. Além de encontrar a joia, Lara tem que lidar com probleminhas do dia a dia: a sócia foi curtir um romance em Goa, sua empresa está afundando e ela acabou de ser abandonada pelo homem “perfeito”. Nesta divertida história, Lara e Sadie são duas meninas de vinte bem diferentes que vão aprender a importância dos laços familiares e da amizade.


Olá antiquados leitores (q?)! Hoje a resenha é de um livro muito especial, terminado em setembro, talvez o melhor que eu li esse ano. Ela seria em vídeo, mas além de não ter tido tempo pra fazer o que eu queria, imagino que pra marmotas tímidas como eu uma vídeo-resenha, pelo menos na primeira vez, possa ser algo bem desconfortável... Então lá vai ela em texto mesmo, porque aí, além de tudo é mais fácil de se expressar, não deixar nada de fora - o que é essencial pra um livro ótimo como esse!

Quando escolhi pra comprar, a temática fantasma + anos 20 + chicklit me pareceu mais do que perfeita.  Não lembro se cheguei a ler algum resenha, porque como é da Sophie Kinsella, mesma autora da série da Becky Bloom (cujo primeiro volume foi o livro mais engraçado que já li na vida!), imaginei que fosse gostar bastante.
E qual não foi a minha surpresa ao começar a ler e achar parado e nada-daquilo-que-imagiava? E qual não foi a surpresa maior ainda ao terminar de ler - aliás, em certa cena já, bem antes do final - chorando horrores? Tá tá, não foram horrooores, mas foi beeem mais do que o normal pra um final de chicklit, que aliás é um estilo que não combina com choros ao final.


Chicklit é um dos meus gêneros favoritos, e esse em questão tem 495 páginas (why not 500? Qualquer aumento nele seria um sonho de tão bom que é!) . Se chama Menina de Vinte porque, além da clara alusão ao século 20, década de Sadie Lancaster, ela e Lara Lington, a protagonista n°1, estão na casa dos 20 anos. Ela com 23 e Lara com 27, e se passa, como todos os chicklits britânicos, na Inglaterra.

Ela morta, mas muito mais viva que Lara, que estava às voltas com sua empresa de caça-talentos. Foi abandonada pela sócia e melhor-amiga desgraçada (e é mesmo, de dar nos nervos) Natalie, que viajou pra curtir um romance em Goa, e agora a empresa está como o Titanic. Seu namorado perfeito a abandonou, sem motivo algum, aparentemente, e ela o persegue tanto que ele ficou incomunicável. Ainda por cima, tem como tio o metido Bill Lington, dono do famoso mundialmente Lington's Coffee, uma espécie de Starbucks, que trata o resto da família como se fossem indigentes que dependessem dele.

Que botas são essas...?
Pra melhorar a situação, os pais de Lara não acreditam que ela esqueceu Josh, o namorado (o que de fato é verdade) e depois que a forçam a ir ao enterro de uma tal tia-avó que ela nem conheceu, e ela de repente começa a berrar pra que não enterrem a velhinha, acham, junto com o tio nojento, sua esposa e a filha it-girl (elevem esse adjetivo ao pior sentido possível, ok?), que Lara realmente está pirada. Mas wait! Lara não faz aquele escândalo à toa. Ela faz porque uma moça branca, magrela e de cabelos escuros curtos com umas roupas antigas estranhas está gritando com ela, perguntando onde está o colar, onde está o colar, ONDE ESTÁ O COLAR?! ELA PRECISA DELE!

E aí quando Sadie diz seu nome, Lara deduz que não é um fantasma doido ou uma alucinação. É sua tia-avó Sadie, participante de altas farras nos anos 20, que teve sua jóia preferida roubada depois de bem velhinha e precisa dela pra descansar em paz. Lara só atende aos apelos de Sadie pra que ela pare de gritar em sua cabeça e porque se sensibiliza de alguma forma com ela. De alguma forma ela consegue suspender o funeral de cremação pra que ganhem mais tempo pra achar o tal colar.


Daí em diante, é só Sadie ter aparecido pro livro ficar muuito mais legal, divertido, ágil, emocionante, envolvente e [insira aqui qualquer adjetivo essencial pra uma leitura boa], a vontade é plastificar folha por folha só pra poder ler no banho de tão viciante. Porém Sadie não é a fantasminha camarada o tempo todo. Ela é bem dificil, na verdade. Se acha pra caramba, é orgulhosa, meio estressada e tudo tem que ser na hora que ela quer. Lara, com seu gênio metódico, passivo e amalucado (de uma forma diferente de Sadie), não aguenta isso. E aí brigas e brigas. Mas aqui a máxima do "opostos se atraem" se prova verdadeira, e surge uma amizade muito linda, de encher e molhar os olhos. Acrescida do fato de que, Sadie, nossa, você tá me ajudando pra caramba na minha vida amorosa, no trabalho, tem me compreendido e eu quero te abraçar, mas oh wait, eu não posso porque você é um fantasma. Triste hein? Mas eu queria ter uma personal-fantasma como a Sadie. Quando elas se entendem as coisas começam a entrar nos eixos. Mas nos twenties-eixos, muitas vezes, porque Sadie quer que Lara aproveite por ela as coisas de que ela tem saudade. Como por exemplo, dar dicas de moda vintescas pra ela, porque são as roupas mais lindas e elegantes; sair pra dançar charleston loucamente com o... Bonitão empresário Ed Harrison, também conhecido como Sr. Bronco Americano, que Sadie avista e se apaixona perdidamente (porque lembra a ela o famoso Rudolph Valentino). Então, fica louca com ele e não pára de arrumar encontros de Lara com ele para que ela possa vê-lo e dançar com ele, mesmo sem que ele a veja. Essas cenas, como a de quando Lara interrompe a reunião de Ed, e de quando estão os dois dançando e Sadie no meio, são impagáveis. Ed é um charme só, super sensual, charmoso, romântico, mas sem ser aquele homem perfeito otário de chicklits furrecas, e não imaginava que ele fosse formar um triângulo amoroso com Lara e o lesado do Josh. Não vou dizer com quem ela fica, lógico, mas até um ponto bem avançado do livro é difícil prever, porque acontecem coisas o tempo todo que fazem a situação oscilar.

O charleston!

O livro todo tem cenas MUITO engraçadas na verdade, ri alto em vários momentos, como também ri quando li Becky Bloom, mas Menina de Vinte é mais sério que o da consumista freak. Só que bem, gente, as situações em que Sadie põe a Lara são impagáveis! Tem hora que é de rir até chorar... A busca pelo colar em si também é engraçada demais. E depois o antigo amor de Sadie vem à tona, e revelações sobre sua vida - que é bem legal - são feitas também, e aí não é só procurar o colar, é descobrir mais sobre a vida de Sadie, porque a família toda de Lara, mesmo que não saiba, depende disso.

Legal também são os costumes e dicas de moda diretamente dos anos 20, by Sadie. Não sei quanto aos outros leitores, mas esse livro tem um gostinho especial pra mim porque tudo que é dos anos 50 pra trás me interessa, e MUITO. Acho charmoso DEMAIS tudo relacionado aos anos 20, e aos 30, 40, 50... Ai, difícil escolher, mas enfim, gostei demais disso tudo. É uma forma de se conhecer como era a vida naquela década, e pra quem não se interessa muito, sem soar chato e tal.
Mas o livro não é só isso. É daqueles que à primeira vista pode parecer bobo, você não dará por ele nada mais do que o valor que um chicklit engraçadinho tem, mas é muito mais que isso. É daqueles livros faz você não continuar a mesma pessoa depois de ler. Não tem como, por Sadie ter sido uma velhinha de 105 anos e ser parente de Lara, reflexões acerca da velhice e da família são inevitáveis. Mas principalmente da velhice, que achei ser o "foco" da parte séria do livro, são as mais lindas que eu já vi. Você já parou pra pensar como eram seus avós, ou seus bisavós, quando jovens? Que tipo de música eles gostavam? Se dançavam muito, iam pra festas, namoravam, se divertiam? Gostaria de ser amiga das pessoas que eles eram quando novos? Será que eles viraram outras pessoas, ou os jovens divertidos que eram ainda continuam lá dentro? O que dizer dos velhinhos nos asilos então, é certo abandonar lá só porque envelheceram e esquecer que eles já foram como você? E como você trata seus idosos, como idosos ou como pessoas que ainda têm o jovem dentro de si? Como você quer ser tratado quando ser tornar um?
Não é nenhuma reflexão forçada, longe disso, mas é inevitável não pensar. E inevitável não dar aquela dor na consciência porque você sempre pode tratá-los melhor do que trata, e sempre pode enxergá-los como ainda jovens, apesar das rugas e do andar lento. Porque, que se dane a idade, é isso que eles são.


O final é imprevisível. Na verdade você meio que espera algo pelo andar do livro e acontece algo totalmente diferente. Isso vai da interpretação do leitor, porque em certas horas você acha que não, não vai acontecer o que parece que ia acontecer, mas opa, vai sim, espera, não vai! E segue assim... Daí eu fiquei meio abobada, como ficamos em todo e qualquer final de livros que gostamos muito. Não queria que acabasse, não queria MESMO. Alguns podem achar que 495 páginas pra um chicklit é muito (é isso que eu gosto nos livros da Sophie: muitas páginas!), mas eu achei foi POUCO. Poderia ser uma série com sei lá, 10 volumes, poxa.  Chorei demais, achei lindo e fiquei relendo o final dezenas de vezes, até fixar na minha cabeça (porque sempre que lemos pela primeira vez o final, o pensamento instantâneo é: "Não... Não! Quê? Não...", e aí fica-se lendo de novo até acostumar).

Gente, recomendo fortemente Menina de Vinte. Assim, MUITO fortemente MESMO, como eu recomendaria os livros da Marion Zimmer Bradley e Anne Rice, olha a moral! Fiquei realmente mexida com a história, penso nela até hoje, e tomara que eu tenha conseguido explicar e transmitir pelo menos um pouco de tudo que eu senti lendo esse danado desse livro.

Curiosidade: a capa lindíssima desse livro é bem parecida com a original britânica. A moça que vemos em ambas as capas pode passar despercebida como apenas uma ilustração contemporânea e bonitinha de chicklit, que no caso, representaria a Sadie. Buuuut, não! A ilustração, acreditem, TAMBÉM é dos anos 20! :) Incrível né, a arte naquela época, ainda mais na art déco, em vários aspectos tinha uns toques muito contemporâneos (vide até mesmo os cartazes motivacionais da Segunda Guerra em 1939 e na década de 40). A fofa em questão é Josephine Baker, famosíssima cantora e dançarina norte-americana, apontada como a primeira estrela negra das artes cênicas. Chamou muita atenção na época, por além de ser negra, dançar de forma erótica (mas engraçada, de acordo com seu estilo de teatro), aparecendo até em uma apresentação quase nua. Sua saia de bananas ficou famosa em suas apresentações. Era mais célebre principalmente na França e durante a Segunda Guerra atuou contra a ocupação nazista como espiã, e recebeu várias condecorações por isso. Durante a década de 50 aproveitou sua popularidade para lutar contra o racismo e apoiar a emancipação dos negros e o Movimento dos Direitos Civis de Martin Luther King. Adotou 12 órfãos de várias etnias e tinha como pet um guepardo chamado Chiquita. Ou seja, Josephine 4 da win. E GENTE EU QUERO GUEPARDO KD D8 E olha como a mulher era linda, quanto glamour! ;o;
Nota: ★  - Excelente, não ouse morrer sem lê-lo.

"- Quem quer travesseiros no lugar dos braços? - Sadie dispara o olhar contra mim, e suspiro em afronta.
- Eles não são travesseiros!
- Lara... - diz meu pai, sem esperanças. - O que não são travesseiros? "

"Caramba, que vaca devia ser essa noiva dele. Posso até vê-la. Dentes enormes e brancos, típicos de americanos, cabelos esvoaçantes e saltos altíssimos."

"Fora o fato de que várias coisas estão me deixando nervosa (...). A maneira como o olhar de Ed está fulminando meus olhos, como se quisessem ir direto ao ponto. Está me arrepiando."

"O cabelo branco e as rugas são só fachada. O senhor com tanque de oxigênio deve ter sido um arrasador de corações. Aquela mulher de olhar distante e olhos remelentos foi uma jovem que pregava peças nos amigos. Eram todos jovens, com casos de amor, e amigos, e festas, e uma vida infinita pela frente..."

E sobre esse último trecho, a cena mais linda, devo dizer que quase do livro todo, vem logo depois dele. Lógico que não coloquei aqui, só pra ratificar: LEIAM, LEIAM E LEIAM. 
E ó, pra quem não manja direito o que é o charleston (que depois de ler o livro fiquei loucamente com vontade de dançar até cair), eis um vídeo ótimo direto dos anos 20 (e com passo-a-passo de como dançar):

E esse outro vídeo mostra um pouco das Flappers, geração à qual Sadie pertencia. Logicamente, se referia à garotas dos anos 1920, que tinham comportamentos desafiadores para a época. Usavam roupas mais curtas, ouviam jazz, se maquiavam demais, cacheavam o cabelo, tratavam o sexo como algo informal, bebiam, fumavam, dirigiam automóveis e várias outras coisas que não seriam socialmente aceitáveis para moças naquela época. Vejam o vídeo! Além de curioso, é muito divertido! :D

Divulgação: gente, a Jaque, do parceiro Nua e Crua, está sorteando um kit com o livro Qual Seu Número?, outro chicklit que só deu resenhas com elogios até agora. Pra participar, clica aqui!

E esse foi o post. Espero realmente que eu tenha conseguido passar algo do quão maravilhoso foi ler Menina de Vinte, e espero que tenha convencido vocês porque o livro é ótimo (e inesquecível) MESMO. Foi o melhor chicklit que eu já li. Leiam também, porque não vão se arrepender. :)
Bisous!
                                                                                                                        

Comente com o Facebook:

13 comentários:

  1. aaah eu ja liii esse livro! Ameeei demaaais!
    A sophie sabe fazer um bom livro :)

    beeijos

    ResponderExcluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  3. ADOREI seu post, li esse livro no começo desse ano e fiquei tão deslumbrada como você! É incrível como somos parecidas xD hehehehe eu não sei se vc viu um post meu sobre os livros da Kinsella, mas ali eu coloquei todos que eu li e recomendo TODOS, principalmente Samantha Sweet, eu ri HORRORES, mais do que em Becky Bloom! http://naruxinha.blogspot.com/2011/04/autora-da-vez.html
    Não sei se foi o melhor livro que eu li esse ano porque eu gostei MUITO do Jardim Secreto... >_< Mas com certeza foi LINDO! Meu coração bateu forte quando a Lara viu aquele quadro... xP e na despedida. ;_;
    Respondendo seu comentário no meu blog, te indico os kdramas My Girl, Personal Taste, Secret Garden e Boys Before Flowers :3 quando eu entregar minha mono vou me organizar pra te mandar algum!
    Beijinho!

    ResponderExcluir
  4. ADORO os livros da Sophie Kinsella e tô especialmente louca para ler Menina de Vinte! Até porque eu também sou doida por tudo que é da primeira metade do século passado! :3

    Eu não tenho muitos desenhos digitalizados, porque eu costumo desenhar no papel mesmo e fico com preguiça de passar para o computador para fazer o lineart e colorir. XD (Fora que eu não tenho scanner, então é aquela coisa linda de tirar foto.)

    Haha, eu gosto das duas resenhas longas, Jun! Primeiro olho aquele textão com um desâânimo, mas depois que começo a ler vai bem fácil, e quando vai ver já acabou. XD

    Beijos!

    ResponderExcluir
  5. Apesar de ter ouvido por ai que essa autora so escreve coisas para mulheres, eu achei a historia interessante - e adorei a sua resenha. Gosto de coisas retro, e nao seria uma ma ideia se eu tivesse nascido nos anos 20. E tb achei genial ela ser visitada pela bisavo haha

    Obs: vlw pelo apoio la no FuckTM, seu comentario foi um dos que mais ajudou

    ResponderExcluir
  6. Foi proposital este post vir logo depois do teu post de aniversário (de vinte rsrs)? OAKOSLAP
    Eu já tinha ouvido falar desse livro mas nunca vi nenhuma resenha... Pelo que você falou parece ser muito bom mesmo ein *-*
    "...a vontade é plastificar folha por folha só pra poder ler no banho de tão viciante" MIJEI DE RIR KKKKKKKKKKKK

    Beijos :*

    ResponderExcluir
  7. Olá Jun, tudo bem? Adorei sua vista e seu comentário... Ahhh, é verdade Dirty Dance passou na globo mesmo me confundi. Tem tanto tempo que não vejo esses canais que troquei, rs... =p

    Adorei a resenha do livro, sério... Entrou para lista dos próximos a comprar, rs.

    Seu blog é demais, adorei a forma que você escreve... Ja sigo também, viu?
    :*

    Lou

    ResponderExcluir
  8. Tenho visto tantos blogs apresentando tantos livros legais, outros interessantes e outros nem tão interessantes assim, mas com certeza todos valeriam ser lidos por qualquer motivo. Ler enobrece a gente, faz crescer... Infelizmente,gostaria de ler esse livro mas falta-me tempo!!!!

    ResponderExcluir
  9. Eu só li o primeiro Becky Bloom da Sophie e ainda quero ler os demais, confesso que não faz muito o meu gênero mas dá pra rir bastante então eu gostei, rs.

    Esse não me interessa muito, mas a resenha está muito bem escrita!

    Beijos

    ResponderExcluir
  10. Haaa... que legal! Vi a capa e nem me empolguei nem um pouco! Mas, depois dessa resenha, quero leeeer! xD
    Achei que fosse desses livros bestinhas, sabe? Mas, depois de indicar junto com a Anne Rice e a Marion Zimmer... TENHO que ler!! :D

    Mostra os seus desenhos dos marcadores pra genteeee! xD

    :)

    Beijinhos!

    ResponderExcluir
  11. Oi Jun!! Ja adicionei o seu banner ao meu blog e tbm ja segui vc pelo google friend connect =).

    Amei a sua resenha, amo os livros da Sophie Kinsella.
    bj, e sucesso!

    ResponderExcluir
  12. A melhor resenha que já li desse livro até hoje! rsrsrsrs
    Já queria ler, agora vou ter que ler!
    Adorei seu Blog... Seguindo)))))

    http://pollymomentos.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  13. QUE RESENHA EMPOLGADISSIMA!

    Sabe, vc é das minhas, gosta de escrever todos os detalhes do que sentiu ao ler o livro!
    Eu amo chick-lits, sou fã da Sophie por conta de Becky Bloom e todo mundo indica!
    Mas Menina de 20 sempre foi um dos que nunca me empolguei a ler... sei lá.. tem essa coisa de fantasma (que eu amo), mas acho que o fator naos 20 me dez ficar receosa... Enfim..
    Minha amiga tb leu e amou!

    E vc diz que tem final imprevisível.. e que poderia ser série? Nossa! por que será que não é? Escrever não é problem para Sophie!

    E vc diz 'não ouse morrer sem ler' fiquei com medo! Vou esperar uma promo ou captar com minha amiga!

    beijos
    hey Evellyn!

    ResponderExcluir

© KURONEKO - 2015 | TODOS OS DIREITOS RESERVADOS | CRIADO POR YASMIN BERARDINELLI